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  07.05.2010   00h.01

 
  É muito importante mostrar gente especial. Reservamos esse espaço para as pessoas de São José dos Campos. Publicá-las é excelente. Valorizamos a cidade e damos aos jovens um bom exemplo.
     

Eliciane Alves - eliciane_assessoria@yahoo.com.br

 

CAPA  - ONDE FICAR - ONDE COMER  - DIVIRTA-SE - TURISMO - GENTE

 

VILLA CONTRY REUNE FAMOSOS Muita gente bonita, dentre empresários, artistas e jornalistas, marcaram presença na última terça, dia 09, na reinauguração da camisaria dos artistas na Villa Contry em São Paulo. Ambiente agradável, e recheado de celebridades, a casa abriu as portas e mostrou o que tem de melhor na moda contry sertaneja, com belíssimas botas, bolsas e vestimentas do gênero. Passaram por lá beldades como a modelo Renata Banhara, a atriz e também modelo Núbia Oliver, a cantora Eliane de Camargo, as meninas do grupo da Barra da Saia, a cantora revelação vencedora do Contry Star Nathália, o cantor e apresentador Juliam da TV Orkut, dentre outros. Quero parabenizar a assessora de imprensa Fabiana Vilela e demais organizadores, pelo belíssimo evento, desejando sucesso a todos neste novo lançamento de uns dos lugares mais aconchegantes da Capital Paulista.

"DIÁLOGO DOS PÊNIS" FOI SUCESSO A passagem da peça Diálogos de um Pênis foi um tremendo sucesso. Centenas de espectadores lotaram o Teatro Univap no último final de semana pra assistir o delicioso diálogo de uma hora e pouco entre Roberto Frota e Marcos Wainberg. A peça, de Carlos Eduardo Novaes, retrata o cotidiano de dois amigos num bar que falam sobre seus relacionamentos, com histórias divertidíssimas. Em cartaz há oito anos, a peça já percorreu várias cidades brasileiras. Roberto Frota, além de ator, escreveu o argumento do filme “Se eu fosse você”, com Tony Ramos e Gloria Pires, um sucesso. Marcos Wainberg  tem um bom currículo, ator e diretor, foi apresentador, fez cinema, teatro e tv, incluindo fotonovela.

Agradeço a recepção carinhosa do elenco, fiquei super feliz em rever os amigos Marcos e Frota. Atualmente temos boas peças em turnê, como a peça “Dez razões para  não ir ao teatro”, de Diego Gianni, com participação do ator Marcos Wainberg. Cultura e Arte não faz mal a ninguém. Indico a peça às cidades do Vale do Paraíba. Quem desejar contratar os espetáculos, é só entrar em contato conosco.

UM POUCO DE  JOSANE PEER – “Digamos que sou um eterno e irrequieto “Passageiro do Tempo” - não afeito a rótulos - mas quem tiver curiosidade, por favor, descubra-me.

Onde você nasceu e por que a carreira artística? - Josane - Nasci em Santos, no litoral sul de SP, a carreira artística surgiu a partir da minha forma de ver e sentir o mundo, comecei aos 5 anos desenhando.

Sua trajetória começou em Santo Amaro, na Bahia, como foi sua mudança para São Paulo? - Bem... São Paulo representa uma mudança constante e satisfatória, esta cidade denota multiplicidade e universos singulares e multifacetados.

Voltando um pouco à sua origem, teve participações importantes no Nordeste em vários eventos culturais, como foi essa experiência? - A experiência de muitos anos, me ensinou que, antes de tudo, é necessário ter humildade, aprender com os erros, com simplicidade, para caminhar adiante sem menosprezar ninguém, ser forte, nunca desistir diante das mais tortuosas adversidades.

Qual a maior dificuldade enfrentada em São Paulo? - A dificuldade inicial foi um pouco de deslumbramento diante de uma das maiores metrópoles do mundo, porém, consegui me adaptar a paulicéia desvairada, não tenho do que me queixar a não ser do trânsito caótico, de resto tudo bem.

Você teve o apoio de alguém? Qual o seu maior ídolo? - Tive apoio moral de alguns amigos. Naquela época, aos 18 anos, todos estávamos ávidos de mudanças em todos os sentidos, uma juventude aspirando liberdade através da arte. Com o passar do tempo, tive o apoio de minha mãe. As influências foram do rock roll dos 60,70 e 80. O grande ídolo se chama Cristo, pode até soar estranho, mas é a grande verdade para mim.

Conte sobre o projeto música nas estações de metrô, que  fez no início de 2002 em São Paulo,  e qual foi a receptividade do público? - Foi um projeto interessante sob vários aspectos, pois muitos estavam ali de partida ou a chegar ao solo paulistano. Foi gratificante, uma experiência não me sai memória, num dado momento, uma garota se deitou no chão e ficou escutando nosso trabalho

Que tipo de instrumento você toca e como busca inspirações para as composições? - Toco violão, é minha “arma” de composição, mas adoro guitarra. Minhas inspirações advêm em torrentes, uma descarga de emoções sonoras que transmutam no meu íntimo e deságuam, através de minha alma, em forma de poesia e canção.

Você também participou de alguns filmes com atores como Antonio Pitanga e Zezé Mota, como foi esta experiência? - Foi maravilhosa, um grande aprendizado revelador que abriu um novo horizonte, acrescentou mais e mais a minha vivência como pessoa e artista, ali também estavam o José Vasconcelos e Renato Consorte, humoristas de talento.

O que você acha dos programas veiculados na mídia hoje em dia.Você mudaria algo na grade de programação? - Sobre a mídia e o seu papel social eu resumiria:  Uma grande “Viúva Negra” que, após copular o macho, o extermina. É assim que funcionam os mecanismos da grande mídia de massa, daí as distorções e desigualdades. Enquanto existir população, haverá sempre a massa de manobra, campeará a ignorância. 

Quais os projetos para o 2o Semestre de 2008? - Meus projetos sem dúvida é divulgar ainda mais a arte, minhas canções, fazer shows e apresentações, além de publicar meu livro de poemas que na verdade, muitos são letras de minhas canções, gravar um CD/DVD, atuar e no mais ter saúde, prosperidade, amor e ajudar as pessoas através da Arte.

LUIZ FERNANDO DOS SANTOS  É um joseense dos melhores. Trabalha desde 1985 no Mercado Municipal de São José dos Campos com o Empório Duarte. Começou com o pai e depois assumiu a empresa. Demonstrou ser progressista ao trocar o local inicial por outro maior onde pode atender melhor a freguesia no que gosta de vender: frios, doces, queijos, azeites, e latarias. É casado com a Nilsa e tem uma filhinha, a Maria Luísa, nascida em 12 de agosto.

Como vê o comércio no Mercado Municipal? – É uma tradição vir ao Mercado, todo mundo em São José sabe disso. É muito gostoso trabalhar aqui.

Então o Mercado pode ser considerado uma atração turística? – Exatamente, temos uma grande freqüência do pessoal da cidade e muitas crianças das escolas que vê aqui nos conhecer, comer um pastel e tomar um caldo de cana.

E a Associação que estão organizando? – Estamos trabalhando nisso, a partir de outubro sai o edital e começamos. Vamos tratar de melhorar o Mercado em si, fazer as manutenções, melhor limpeza, melhor segurança e melhor atendimento aos fregueses.

Quantas bancas já aderiram? – Formamos uma comissão com 12 pessoas. Tenho a certeza que todos participarão.

O RESTAURANTE VILLA VELHA COMEÇOU EM MARÇO DE 1968.          Guaxupé, Foto: Ricardo FariaÉ o mais tradicional recanto gastronômico de São José dos Campos. Vários funcionários estão há décadas na casa. É o caso de um dos melhores e mais antigos garçons da cidade com quase 30 anos de Villa Velha. Sebastião Osório de Oliveira (foto) é mais conhecido como Guaxupé, por ter nascido naquela cidade mineira. Aqui um pouco dele.

Quando veio para São José dos Campos                – Cheguei em 1968, com 23 anos. Vim para trabalhar no Restaurante Villa Velha no tempo do Sr. Amauri Fernandes e do Sr. Veiga que montaram o restaurante e depois venderam para o Pedro Ives, depois veio o Teixeira. Trabalhei na casa de 68 até 1970, Saí e fui trabalhar no restaurante e choperia O Fino, na Nelson d´Ávila, depois fui para o restaurante Bolonha, da D. Tina e Sr. Leandro, na rua XV de Novembro, fiquei uns dois anos.Trabalhei na Cantina do Mário, na Praça Afonso Pena, com o Rui, sobrinho do Mário Porto. De lá voltei para o Villa Velha onde estou há 30 anos.

Como é ser garçom por tanto tempo?                                            – É muito bom, me sinto muito bem aqui. A freguesia é boa, os patrões são gente fina.

Como funciona o Villa Vella?                                                         – A nossa especialidade é o Pintado na Brasa. Servimos filé minhon de diversas maneiras, temos camarão rosa que vem para nós de Santa Catarina. Preparamos um espeto com 10 camarões na brasa. Também A Grega, a Baiana, ao Molho Catupiry.

E as carnes?                                                                                Guaxupé e Tavares, Foto: Ricardo Faria- Trabalhamos com Filé Minhon na Brasa e no fogão Filé a Parmegiana, Strogonoff de Filé, A Chateubriant a Villa Velha, um filé grelhado ao molho de champinhon, acompanha purê de batata e arroz branco. Servimos picanha, lombo de porco e frango grelhado. Na foto, Guaxupé com o Tavares que é de Santo Antonio do Pinhal e trabalha no Villa Velha há 27 anos.

A freguesia                                                                                  – Tem muita gente, o Dr. Sérgio Fala-Fala, o falecido Paulo Camargo, o Eduardo irmão dele, muita gente mesmo.

Uma mensagem                                                                           – Podem vir ao Villa Velha comer um Pintado na Brasa que farei questão de servir muito bem. www.restaurantevillavelha.com.br

LAURO FLESSATI, 25 ANOS DE ESTRADA                                       Foto: Ricardo FariaEle já foi dono de estúdio de gravação e sempre esteve ligado à música e a cultura joseense

Há quanto tempo está no ramo?                         - Se computar o tempo de estúdio Mundial, Midi-Mix e depois Midi-Maxi, isso durou uns 25 anos, desde o tempo do LP.

Aqui no Shopping Centro desde quando?             - Viemos para o Shopping Centro fazem sete anos, começamos numa esquina do segundo andar, depois fomos para o terceiro piso onde ficamos alguns anos. Voltamos agora para o segundo piso, espero que definitivamente.

Como é viver de cultura, de música em São José dos Campos?        Foto: Ricardo Faria- Viver de música e cultura por aqui é um ato de coragem, de guerrilha, de paixão de se fazer o que se gosta.

E como começou a comercialização de cds?     - Aconteceu em 1998 quando houve uma mudança drástica no mercado e resolvemos trabalhar com músicos independentes. Havia uma falta de locais para esse tipo de atividade, para mostrar esse tipo de produto. Viemos para o Shopping para trabalhar com músicos independentes.

Incentivando o pessoal da terra?                                                  - Sim, com certeza, o primeiro passo foi esse, trabalhar com as produções do Vale do Paraíba.

Quem é quem na música do Vale?                                                 Foto: Ricardo Faria- Temos muita gente em São José dos Campos, com vários estilos. Um grupo que conseguiu destaque nacional foi o Trem da Viração, do Beto Quadros, do Marcelo, do Déo Lopes, um pessoal que está na batalha. Tem outros, o Chico Oliveira que faz o trompete do Jô Soares, a Margarete, o Gabino, de Taubaté que considero importante. Tem grupos de música de Rock Pesado, o Luxúria, de Jacareí. O Elegia, de São José, tem o Atômica, o vovô de todos, a moçada retomou a banda depois de algum tempo.

E os corais?                                                                                 - Sim, os corais. Uma pena que tenham pouco produto para vender, eles não tem muita coisa gravada. A última coisa que tivemos foi um cd do Madrigal.

E a loja nova?                                                                              - Descobrimos que música independente é um problema mundial e começamos a procurar os fornecedores, os produtos diferenciados e acabou dando certo.

Vale a pena conhecer a nova Midi-Maxi: No segundo piso do Shopping Centro São José, Loja 7 –  tels. 3941.7575 – 3941.6686 cdraro@promovale.com.br - www.promovale.com.br/midimaxi

GILMAR FERNANDES DE MELO                                                        É um joseense nascido no Bosque dos Eucaliptos que depois foi morar no bairro de Santana. Filho de metalúrgico já trabalhou como balconista de farmácia e manipulador. Passou pela prefeitura municipal e virou garçom num bufê. E maio de 2005 começou como garçom na pizzaria O Pedal, na rua Serimbura. Pegou jeito da casa, virou sub gerente e hoje comanda a pizzaria.

                                                                                      Como é ser gerente do O Pedal?                                                    – É muito legal, eu adoro trabalhar aqui

Como está a casa?                                                                                        – Está andando muito bem, com um movimento legal. A cada mês percebemos uma alteração para melhor.

Quais os dias de maior movimento?                                                          – As sextas e os sábados são os dias de maior movimento. Depois vem as quintas e domingos.

A casa não fecha?                                                                                          - Abrimos de terça a domingo

Qual a sua sugestão?                                                                                    – Todas são boas. Eu particularmente gosto das tradicionais: Frango ao Catupiry, Portuguesa, Calabresa. Temos algumas exclusivas como a Maria Bonita que leva carne seca. A Piu que tem presunto, palmito e cebolinha e outras. Temos bons vinhos para acompanhar.

Quais as mais solicitadas?                                                            – O pessoal pede bastante a Margarita, Calabresa, Palmito, a de Peito de Peru com Tomate Seco.

Alguma novidade na programação?                                                          – Estamos sempre olhando. É muito bom ver a casa sempre cheia. Mais: www.opedal.com.br

Eliciane Alves eliciane_assessoria@yahoo.com.br   

                         


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