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VILLA
CONTRY REUNE FAMOSOS
Muita
gente bonita, dentre empresários, artistas e jornalistas,
marcaram presença na última terça, dia 09, na reinauguração
da camisaria dos artistas na Villa Contry em São Paulo.
Ambiente agradável, e recheado de celebridades, a casa abriu
as portas e mostrou o que tem de melhor na moda contry
sertaneja, com belíssimas botas, bolsas e vestimentas do
gênero. Passaram por lá beldades como a modelo Renata
Banhara, a atriz e também modelo Núbia Oliver, a cantora
Eliane de Camargo, as meninas do grupo da Barra da Saia, a
cantora revelação vencedora do Contry Star Nathália, o
cantor e apresentador Juliam da TV Orkut, dentre outros.
Quero parabenizar a assessora de imprensa Fabiana Vilela e
demais organizadores, pelo belíssimo evento, desejando
sucesso a todos neste novo lançamento de uns dos lugares
mais aconchegantes da Capital Paulista.
"DIÁLOGO
DOS PÊNIS"
FOI SUCESSO
A
passagem da peça Diálogos de um Pênis foi um tremendo
sucesso. Centenas de espectadores lotaram o Teatro
Univap no último final de semana pra assistir o delicioso
diálogo de uma hora e pouco entre Roberto Frota e Marcos
Wainberg. A peça, de Carlos Eduardo Novaes, retrata o
cotidiano de dois amigos num bar que falam sobre seus
relacionamentos, com histórias divertidíssimas. Em cartaz há
oito anos, a peça já percorreu várias cidades brasileiras.
Roberto Frota, além de ator, escreveu o argumento do
filme “Se eu fosse você”, com Tony Ramos e Gloria Pires, um
sucesso. Marcos Wainberg tem um bom currículo, ator e
diretor, foi apresentador, fez cinema, teatro e tv,
incluindo fotonovela.
Agradeço a recepção carinhosa do
elenco, fiquei super feliz em rever os amigos Marcos e
Frota. Atualmente temos boas peças em turnê, como a peça
“Dez razões para não ir ao teatro”, de Diego Gianni, com
participação do ator Marcos Wainberg. Cultura e Arte não faz
mal a ninguém. Indico a peça às cidades do Vale do Paraíba.
Quem desejar contratar os espetáculos, é só entrar em
contato conosco.
UM POUCO DE JOSANE PEER
– “Digamos
que sou um eterno e irrequieto “Passageiro do Tempo” - não
afeito a rótulos - mas quem tiver curiosidade, por favor,
descubra-me.
Onde você
nasceu e por que a carreira artística? -
Josane - Nasci em Santos, no litoral sul de SP, a carreira artística
surgiu a partir da minha forma de ver e sentir o mundo,
comecei aos 5 anos desenhando.
Sua
trajetória começou em Santo Amaro, na Bahia, como foi sua mudança para São Paulo? -
Bem...
São Paulo representa uma mudança constante e satisfatória,
esta cidade denota multiplicidade e universos singulares e
multifacetados.
Voltando
um pouco à sua origem, teve participações importantes no
Nordeste em vários eventos culturais, como foi essa
experiência? - A experiência de muitos anos, me ensinou
que, antes de tudo, é necessário ter humildade, aprender com
os erros, com simplicidade, para caminhar adiante sem
menosprezar ninguém, ser forte, nunca desistir diante das
mais tortuosas adversidades.
Qual a
maior dificuldade enfrentada em São Paulo?
- A dificuldade inicial foi um pouco de
deslumbramento diante de uma das maiores metrópoles do
mundo, porém, consegui me adaptar a paulicéia desvairada,
não tenho do que me queixar a não ser do trânsito caótico,
de resto tudo bem.
Você teve
o apoio de alguém? Qual o seu maior ídolo?
- Tive apoio moral de alguns amigos. Naquela época,
aos 18 anos, todos estávamos ávidos de mudanças em todos os
sentidos, uma juventude aspirando liberdade através da arte.
Com o passar do tempo, tive o apoio de minha mãe. As
influências foram do rock roll dos 60,70 e 80. O grande
ídolo se chama Cristo, pode até soar estranho, mas é a
grande verdade para mim.
Conte
sobre o projeto música nas estações de metrô, que fez no
início de 2002 em São Paulo, e qual foi a receptividade do
público? - Foi um projeto interessante sob vários aspectos, pois muitos estavam
ali de partida ou a chegar ao solo paulistano. Foi
gratificante, uma experiência não me sai memória, num dado
momento, uma garota se deitou no chão e ficou escutando
nosso trabalho
Que tipo
de instrumento você toca e como busca inspirações para as
composições? -
Toco violão, é minha “arma” de composição, mas adoro
guitarra. Minhas inspirações advêm em torrentes, uma
descarga de emoções sonoras que transmutam no meu íntimo e
deságuam, através de minha alma, em forma de poesia e
canção.
Você
também participou de alguns filmes com atores como Antonio
Pitanga e Zezé Mota, como foi esta experiência? -
Foi maravilhosa, um grande aprendizado revelador que abriu
um novo horizonte, acrescentou mais e mais a minha vivência
como pessoa e artista, ali também estavam o José Vasconcelos
e Renato Consorte, humoristas de talento.
O que
você acha dos programas veiculados na mídia hoje em dia.Você
mudaria algo na grade de programação?
- Sobre a
mídia e o seu papel social eu resumiria: Uma grande
“Viúva Negra” que, após copular o macho, o extermina. É
assim que funcionam os mecanismos da grande mídia de massa,
daí as distorções e desigualdades. Enquanto existir
população, haverá sempre a massa de manobra, campeará a
ignorância.
Quais os
projetos para o 2o Semestre de 2008? -
Meus projetos sem dúvida é divulgar ainda mais a arte,
minhas canções, fazer shows e apresentações, além de
publicar meu livro de poemas que na verdade, muitos são
letras de minhas canções, gravar um CD/DVD, atuar e no mais
ter saúde, prosperidade, amor e ajudar as pessoas através da
Arte.
LUIZ
FERNANDO DOS SANTOS
É um joseense dos melhores.
Trabalha desde 1985 no Mercado Municipal de São José dos
Campos com o Empório Duarte. Começou com o pai e depois
assumiu a empresa. Demonstrou ser progressista ao trocar o
local inicial por outro maior onde pode atender melhor a
freguesia no que gosta de vender: frios, doces, queijos,
azeites, e latarias. É casado com a Nilsa e tem uma
filhinha, a Maria Luísa, nascida em 12 de agosto.
Como vê o
comércio no Mercado Municipal?
– É uma tradição vir ao Mercado, todo mundo em São José sabe
disso. É muito gostoso trabalhar aqui.
Então
o Mercado pode ser considerado uma atração turística? – Exatamente, temos uma grande freqüência do pessoal da
cidade e muitas crianças das escolas que vê aqui nos
conhecer, comer um pastel e tomar um caldo de cana.
E a
Associação que estão organizando?
– Estamos trabalhando nisso, a partir de outubro sai o
edital e começamos. Vamos tratar de melhorar o Mercado em
si, fazer as manutenções, melhor limpeza, melhor segurança e
melhor atendimento aos fregueses.
Quantas
bancas já aderiram?
– Formamos uma comissão com 12 pessoas. Tenho a certeza que
todos participarão.
O
RESTAURANTE VILLA VELHA
COMEÇOU EM MARÇO DE 1968.
É
o mais tradicional recanto gastronômico de São José dos
Campos. Vários funcionários estão há décadas na casa. É o
caso de um dos melhores e mais antigos garçons da cidade com
quase 30 anos de Villa Velha. Sebastião Osório de Oliveira
(foto) é mais conhecido como Guaxupé, por ter nascido
naquela cidade mineira. Aqui um pouco dele.
Quando veio para São José dos Campos
– Cheguei em 1968, com 23 anos. Vim para trabalhar no
Restaurante Villa Velha no tempo do Sr. Amauri
Fernandes e do Sr. Veiga que montaram o restaurante e depois
venderam para o Pedro Ives, depois veio o Teixeira.
Trabalhei na casa de 68 até 1970, Saí e fui trabalhar no
restaurante e choperia O Fino, na Nelson d´Ávila,
depois fui para o restaurante Bolonha, da D. Tina e Sr.
Leandro, na rua XV de Novembro, fiquei uns dois anos.Trabalhei
na Cantina do Mário, na Praça Afonso Pena, com o Rui,
sobrinho do Mário Porto. De lá voltei para o Villa Velha
onde estou há 30 anos.
Como é ser garçom por tanto tempo?
– É muito bom, me sinto muito bem aqui. A freguesia é boa,
os patrões são gente fina.
Como funciona o Villa Vella?
– A nossa especialidade é o Pintado na Brasa.
Servimos filé minhon de diversas maneiras, temos camarão
rosa que vem para nós de Santa Catarina. Preparamos um
espeto com 10 camarões na brasa. Também A Grega, a
Baiana, ao Molho Catupiry.
E as carnes?
-
Trabalhamos com Filé Minhon na Brasa e no fogão
Filé a Parmegiana, Strogonoff de Filé,
A Chateubriant a Villa Velha, um filé grelhado ao molho
de champinhon, acompanha purê de batata e arroz branco.
Servimos picanha, lombo de porco e frango grelhado. Na foto,
Guaxupé com o Tavares que é de Santo Antonio do Pinhal e
trabalha no Villa Velha há 27 anos.
A freguesia
– Tem muita gente, o Dr. Sérgio Fala-Fala, o falecido Paulo
Camargo, o Eduardo irmão dele, muita gente mesmo.
Uma mensagem
– Podem vir ao Villa Velha comer um Pintado na Brasa
que farei questão de servir muito bem.
www.restaurantevillavelha.com.br
LAURO
FLESSATI, 25 ANOS DE ESTRADA
Ele
já foi dono de estúdio de gravação e sempre esteve ligado à
música e a cultura joseense
Há quanto
tempo está no ramo?
- Se computar o tempo de estúdio Mundial, Midi-Mix e depois
Midi-Maxi, isso durou uns 25 anos, desde o tempo do LP.
Aqui no
Shopping Centro desde quando?
- Viemos para o Shopping Centro fazem sete anos, começamos
numa esquina do segundo andar, depois fomos para o terceiro
piso onde ficamos alguns anos. Voltamos agora para o segundo
piso, espero que definitivamente.
Como é
viver de cultura, de música em São José dos Campos?
-
Viver de música e cultura por aqui é um ato de coragem, de
guerrilha, de paixão de se fazer o que se gosta.
E como
começou a comercialização de cds?
- Aconteceu em 1998 quando houve uma mudança drástica no
mercado e resolvemos trabalhar com músicos independentes.
Havia uma falta de locais para esse tipo de atividade, para
mostrar esse tipo de produto. Viemos para o Shopping para
trabalhar com músicos independentes.
Incentivando o pessoal da terra?
- Sim, com certeza, o primeiro passo foi esse, trabalhar com
as produções do Vale do Paraíba.
Quem é
quem na música do Vale?
-
Temos muita gente em São José dos Campos, com vários
estilos. Um grupo que conseguiu destaque nacional foi o
Trem da Viração, do Beto Quadros, do Marcelo, do Déo
Lopes, um pessoal que está na batalha. Tem outros, o Chico
Oliveira que faz o trompete do Jô Soares, a Margarete, o
Gabino, de Taubaté que considero importante. Tem grupos de
música de Rock Pesado, o Luxúria, de Jacareí. O
Elegia, de São José, tem o Atômica, o vovô de
todos, a moçada retomou a banda depois de algum tempo.
E os
corais?
- Sim, os corais. Uma pena que tenham pouco produto para
vender, eles não tem muita coisa gravada. A última coisa que
tivemos foi um cd do Madrigal.
E a loja
nova?
- Descobrimos que música independente é um problema mundial
e começamos a procurar os fornecedores, os produtos
diferenciados e acabou dando certo.
Vale a
pena conhecer a nova Midi-Maxi:
No segundo piso do Shopping Centro São José, Loja 7 –
tels. 3941.7575 – 3941.6686
cdraro@promovale.com.br -
www.promovale.com.br/midimaxi
GILMAR FERNANDES DE MELO
É
um joseense nascido no Bosque dos Eucaliptos que depois foi
morar no bairro de Santana. Filho de metalúrgico já
trabalhou como balconista de farmácia e manipulador. Passou
pela prefeitura municipal e virou garçom num bufê. E maio de
2005 começou como garçom na pizzaria O Pedal, na rua
Serimbura. Pegou jeito da casa, virou sub gerente e hoje
comanda a pizzaria.
Como é ser gerente do O Pedal?
– É muito legal, eu adoro trabalhar aqui
Como está a casa?
– Está andando muito bem, com um movimento legal. A cada
mês percebemos uma alteração para melhor.
Quais os dias de maior movimento?
– As sextas e os sábados são os dias de maior movimento.
Depois vem as quintas e domingos.
A casa não fecha?
- Abrimos de terça a domingo
Qual a sua sugestão?
– Todas são boas. Eu particularmente gosto das
tradicionais: Frango ao Catupiry, Portuguesa, Calabresa.
Temos algumas exclusivas como a Maria Bonita que leva carne
seca. A Piu que tem presunto, palmito e cebolinha e outras.
Temos bons vinhos para acompanhar.
Quais as mais solicitadas?
– O pessoal pede bastante a Margarita, Calabresa, Palmito, a
de Peito de Peru com Tomate Seco.
Alguma novidade na programação?
– Estamos sempre olhando. É muito bom ver a casa sempre
cheia. Mais:
www.opedal.com.br

Eliciane Alves
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eliciane_assessoria@yahoo.com.br
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