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Reitor é acusado de desviar
recursos da universidade e de
nomear parentes para cargos de
direção
São José dos Campos -
Ex-professores da Univap
(Universidade do Vale do
Paraíba) recorreram ao Conselho
Nacional do Ministério Público
para pedir a reabertura do
inquérito civil que apurava
supostos desvios de recursos e
irregularidades administrativas
da gestão do reitor Baptista
Gargione Filho.
As
investigações, abertas em 2006,
foram arquivadas no ano passado
pela promotora de Fundações de
São José dos Campos, Ana
Cristina Ioriatti Chami. O
Conselho Superior do MP em São
Paulo homologou o arquivamento.
Neste ano, a própria promotora
barrou o novo estatuto aprovado
pelo Conselho Deliberativo da
Univap, apontando que o reitor,
Baptista Gargione Filho, teria
agido de má-fé na confecção do
estatuto, ao tentar extinguir a
participação da sociedade civil
da instituição e criar
mecanismos para se perpetuar no
poder.
Gargione Filho é reitor da
Univap desde a criação da
universidade, em 1992. Além
disso, ele acumula a presidência
da FVE (Fundação Valeparaibana
de Ensino), mantenedora da
instituição.
Com base nisso, Élcio Nogueira,
que foi pró-reitor de Graduação
da Univap de 2002 a 2006, embasa
seu pedido. Segundo ele, “se
hoje há, pela promotora, público
reconhecimento de
irregularidades na atuação do
reitor, não há motivos para
manter o inquérito arquivado”.
“Essa conclusão da promotora é a
base, a essência da denúncia que
gerou o inquérito em 2006”,
afirmou Élcio.
O pedido foi encaminhado aos
corregedores do Conselho
Nacional do MP, em Brasília, no
final do mês passado.
A assessoria do órgão informou
ontem que não há previsão para
análise da petição.
Quanto ao novo estatuto da
Univap, ficou a cargo da
promotora Ana elaborar uma nova
norma que regulamente as
atividades da instituição.
Denúncias. O inquérito civil,
proposto por Élcio e outros dois
professores, Darwin Bassi e
Francisco da Nóbrega, envolvia
oito acusações.
Entre elas, a de que o reitor
teria desviado material de
construção do campus da Urbanova,
entre os anos de 1997 a 2001,
para um sítio particular no
distrito de São Franciso Xavier
e também custeado viagens para o
exterior do filho, Luiz Antônio
Gargione, com dinheiro da
fundação.
À época do arquivamento, o MP
alegou que as acusações era
genéricas e hipotéticas e
afirmou que “as inúmeras
representações efetuadas revelam
intensa disputa política na
administração da instituição de
ensino”.
“Apenas queremos a reabertura
das investigações das
irregularidades apontadas”,
rebateu Élcio.
Outro lado. O VALE tentou
contato com Gargione e com a
promotora, mas não obteve
retorno até o fechamento desta
edição.
OVALE
COMENTÁRIOS - Ate o Mazinho esta construindo com
materiais da univap,imgina o Mineiro e seu bamdo, as coisas
sao levadas nos finais de semana e feriados .fiquem de olho
, eu estou !
Comentado por Romeu, 10/03/2011 17:56
Gabriel vice presidente do DA do prédio de direito, qual é a
sua intenção em se aparecer de tal maneira, penso que vc é
que fez toda a organização dos movimentos em que parou o
urbanova ou a invasão da reitoria... Isso tudo é pra
demosntrar amor a faculdade ou é pra se promover.... digo
pra entrar como assessor do balieiro nas próximas
eleições... em vez de falar por que vc não age...!!!! Seu
playboy do car.... trouxa. Vc não tem nem dez % de méritos
pelo ocorrido citado acima...
Comentado por aluno da UNIVAP, 10/03/2011 16:47
E
ainda há quem pense quem os Khadafis só existem no Oriente
Médio... Em São José dos Campos, os filhotes da ditadura até
hoje mamam e desmandam
Comentado por Fouad Abbas, 10/03/2011 15:16
[RETIFICAÇÃO]: Ficamos muito honrados de vermos atitudes
concatenadas, dos estudantes, da sociedade civil
(ex-docentes e afins). É com muito orgulho, que nós, membros
do Diretório Acadêmico da Faculdade de Direito e Membros da
Comissão Pró-DCE, que aguardamos a apuração do Ministério
Público, bem como a devida decisão legal e moral. Agradeço
em nome dos colegas estudantes a nobre iniciativa dos
senhores ex-docentes
Comentado por Gabriel Nogueira - Vice-presidente do D.A. de
Direito / Membro da Comissão Pró-DCE., 10/03/2011 14:05
Ficamos muito honrados de vermos atitudes concatenadas, dos
estudantes, da sociedade civil (ex-docentes e afins). É com
muito orgulho, que nós, membros do Diretório Acadêmico da
Faculdade de Direito e Membros da Comissão Pró-DCE, que
aguardamos a apuração do Ministério Público, bem como a
devida decisão legal e moral. Agradeço em nome dos colegas
estudantes a nobre iniciativa dos senhores ex-discentes.
Comentado por Gabriel Nogueira - Vice-presidente do D.A. de
Direito / Membro da Comissão Pró-DCE., 10/03/2011 14:03
Os
ditadores estao caindo pelas maos do povo.
Comentado por joao, 10/03/2011 12:59
Ninguem tira meu Papai do PODER!!! Quero ver quem tem
saco... Comentado
por Menino Jesus, 10/03/2011 12:28
Eu
gostaria de pedir aos alunos de comunicação da Univap, para
que se atentem a isto e informem os outros alunos. Claro que
toda a população de SJC deve estar por dentro deste assunto
que ao analisar é realmente um absurdo. E os alunos podem
dizer que a qualidade de ensino e as instalações da Univap
refletem toda e qualquer expeculação que recaia sobre o
Gargione. Então, se possivel, quem cursa jornalismo, radio e
tv, propaganda e outros cursos da area de comunicação, por
favor, divulguem ao restante dos alunos, principalmente os
calouros nem sabem o que esta acontecendo. E pessoal de
Direito do centro, ajudem com as informações legais
aplicaveis. Conto com todos voces.
Comentado por Universitario ADM, 10/03/2011 12:10
Sinceramente, eu não tenho fé (apesar de que temos que ter
fé), pois parace que a cidade tem vocação de colocar na
direção das faculdades/universidades um bando de picaretas.
Quem estuda na FATEC-SJC passa pelo mesmo.
Comentado por Gustavo, 10/03/2011 11:27
O
Inquérito Civil 260/06 que a promotora pediu arquivamento
reúne seríssimas denúncias contra a gestão Baptista Gargione
na FVE/Univap. Entre elas está a contratação, sem
concorrência pública, da FVE/Univap pela SPTrans (empresa
responsável pelo transporte público da Capital paulista), em
2003, durante a administração da hoje senadora, Marta
Suplicy. O objeto do contrato era a realização do projeto de
um “sistema de guiagem magnética” e sua implantação nos
ônibus do Expresso Tiradentes. A gestão Gargione recebeu o
valor do contrato de R$ 19,3 milhões e até hoje não existe
um único veículo utilizando a tal “guiagem magnética”. O que
é pior, o fundador do Instituto de Pesquisas e
Desenvolvimento (IP&D) da Univap, Professor Marcos Tadeu
Tavares Pacheco, hoje no Parque Tecnológico Municipal,
afirma com todas as letras: “A Univap não tem e nunca teve
conhecimento ou material humano capaz de desenvolver um
sistema de guiagem magnética. Quem trouxe essa idéia foi o
Teixeira Junior que a apresentou ao Gargione. Eles exigiram
que eu abrisse um espaço no IP&D que não foi utilizado; -
Trouxeram também um chassis de ônibus que ficou no campus
Urbanova “para testes”; - Tomei conhecimento que receberam o
dinheiro da SPTrans. Mas, não sei onde foi parar. A quantia
recebida deve valer hoje mais do que o dobro com juros e
correção.” - Marcos Tadeu também está revoltado com cobrança
que lhe fez a Sétima Promotoria para que pague um freezer
comprado pela Univap e dado de presente de casamento à filha
do pro reitor Airton Teixeira Pinto. “É uma afronta. Sempre
paguei as minhas contas e não posso admitir isso. Onde está
o documento assinado por mim autorizando a compra e o
presente?” Afirma Marcos Tadeu. - A iniciativa do Professor
Doutor Elcio Nogueira em recorrer ao Conselho Nacional do
Ministério Público é muito boa. Agora, com certeza, os fatos
serão apurados.
Comentado por Ricardo Faria, 10/03/2011 10:05
Não
fala DIRETAS JÁ não, porque o evento foi muito bonito para a
história política do país mas infelizmente não deu em nada.
Este cidadão foi totalmente consumido pelo poder. Esta
novela, deve saber, já existe a muitos anos, e continuo
torcendo para que consigam afastá-lo de lá. A postura dele
realmente é de um ditador, MINHA ESCOLA, MINHA VIDA. Agora
quando ele sair de lá (porque uma hora isso vai acontecer) e
se tornar pessoa comum, não me supreenderia, se a depressão
o consumisse por completo.
Comentado por GabrielOPensador, 10/03/2011 08:51
Nos
anos 80 e 90 os estudantes lançaram um grande movimento em
prol de Criação da Universidade Publica e Gratuita do Vale
do Paraiba a Univale, que seria a primeira universidade de
carater regional do Vale do Paraiba e Litoral Norte formada
a partir da estadualização ou federalização da Univap,
Unitau e unificação de outros campus isolados da Unesp e Usp.
Afinal todo o patrimonio da Univap e Unitau foram formados a
partir de doações ou recursos publicos municipais, estaduais
e federais. Além de processar a Direção da Univap, a
sociedade deve cobrar do Governo Federal a Federalização da
Univap transformando-a na primeira universidade de carater
regional do Vale do Paraiba, só desta forma veremos este Sr.
Reitor fora da Universidade e teremos uma universidade
publica para atender os filhos da comunidade da nossa região
retornando os recursos investidos nestas universidades para
a socidade que pagou estes impostos.
Comentado por Eng. Vicente Cioffi - Ex - Presidente do DCE
Henfil da Univap - FVE, 10/03/2011 07:52
Sobre
a saída ou não deste reitor Gargione só tenho uma coisa a
comentar: a NOVELA de maior capítulos do mundo. Comentado
por EAS, 10/03/2011 07:00
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