SÃO JOSE DIA E NOITE

 

VIVA URBANOVA

 GUIA

  FALE CONOSCO
 

 
     
 
  PRIMEIRA
  ECONOMIA
 
  POLÍTICA
  SAÚDE
  HUMOR
  OPINIÃO
  DENUNCIA
  EDUCAÇÃO
  ENTREVISTA
  ESPORTES
  CIÊNCIA
  INFORMÁTICA
  MEIO AMBIENTE
  GASTRONOMIA
  TODA MÍDIA
  EXPEDIENTE
  ED. ANTERIORES
  COLUNISTAS
  ACASSIO COSTA
  ALDO NOVAK
  ANDERSON ISRAEL
  ANTONIO AUGUSTO
  BÁRBARA LIA
  CELSO OLIVEIRA
  CORREA LIMA
  DAILOR VARELA
  DELAMARE MC
  DIEGO RODRIGUES
  DORA DIMOLITSAS
  EDU PLANCHÊZ
  ELICIANE ALVES
  ELIÉZER ZAC
  EMILIA RACT
  FLÁBIA FARIA
  FREDY ANDRADE
  GABRIELA MORI
  G. BOLAÑOS
  GUSTAVO BARRETO
  JOCA FARIA
  JOSÉ A. FILIPPO
  JOSÉ R BESSA
  JOSÉ SESPEDES
  LIA SILVA
  LORA SALIBA
  LUCIANO CARVALHO
  LUIS DANIEL
  MOISÉS ROSA
  PATRÍCIA FONSECA
  PEDRO PORFÍRIO
  RICARDO FARIA
  RITA ELISA
  ROBSON MARQUES
  RONALDO DURAN
  SYLVIO MICELLI
  VINICIUS NOVAES
  SUPLEMENTOS
  DECORAÇÃO
  MULHER
  TURISMO
  S. JOSE DOS CAMPOS
  A CIDADE
  SUA HISTÓRIA
  SUA GENTE
  PERSONALIDADE
  GALERIA
  ESPAÇO USP
  TECNOLOGIA
  COMUNICAÇÃO
  PÉ NA ESTRADA
  CURITIBA
  PORTO ALEGRE
  SÃO  JOSÉ
  SOROCABA
   
 

 

  01.08.2008 00h.10  
  Professora reclama da Univap                   A professora Luciana Cristina Steinle Camargo trabalhou por vários anos na Universidade do Vale do Paraíba e jamais imaginou que fosse passar pelos constrangimentos que enfrentou ao ser despedida, em 2007, num período de licença.
 

Professora Luciana Camargo - Foto: Ricardo FariaLuciana é filha do conhecido e estimado Professor José Luiz Camargo, que durante muito tempo ocupou uma cadeira no Instituto Tecnológico da Aeronáutica, o famoso ITA, onde se aposentou. Ela é uma pessoa educada, mas não esconde a revolta pelo tratamento que recebeu da Univap e do Sindicato dos professores,- Simpro, motivo pelo qual ingressou na Justiça contra a Universidade.

No dia 21 de julho, falamos com a Professora Luciana, uma jovem lutadora, nascida em São José dos Campos que morou até os 18 anos  no CTA onde estudou o primário, depois passou para o Colégio Olavo Bilac, fez um ano de cursinho no Anglo e ingressou na Universidade Estadual do Paraná, em Londrina, onde ficou de 1994 até 97, quando se formou em Fisioterapia.

E depois, Luciana, o que aconteceu? – Fui para São Paulo onde fiz uma especialização em Fisioterapia Motora, na área de Ortopedia, na Unifesp, em seguida comecei a trabalhar na Unitau, em Taubaté, onde continuo até hoje.

Quando e como começou a trabalhar na Univap? - Ingressei em agosto de 1999, contratada para lecionar no curso de fisioterapia que começava, participei da primeira turma, ficando até 2007, sai com a mesma referência que entrei, dando aulas de neurologia,- assumi a disciplina de hidroterapia e  mais adiante o estágio.

E como foi ser professora da Univap? - O que mais aborrecia era ver vários colegas serem admitidos depois de mim, com a mesma formação e o mesmo número de aulas, recebendo salários maiores do que o meu. Nunca consegui entender isso. Não aconteceu só comigo, outros professores, que já não estão mais na Univap, também passaram por isso.

E como se deu a sua demissão? – Em junho de 2006, eu já tinha quase sete anos de Univap, precisava finalizar o mestrado e ordenar o meu tempo, por isso, solicitei uma licença,- sem vencimentos, por seis meses, um direito assegurado pelos Estatutos da Entidade.

Quando foi isso? – Foi no início de agosto de 2006, havia uma série de regras a serem cumpridas, inclusive a de, dois meses antes da licença terminar, o funcionário deveria manifestar-se, por escrito, que retornaria ao trabalho na data prevista, no meu caso, 2 de fevereiro de 2007. Atendi a tudo. Em dezembro de 2007, quando me dirigi ao departamento pessoal, o gerente, Maurício Miguel da Silva, aceitou o documento assinado, prova de que retornaria ao trabalho em fevereiro. Ele, o Maurício, afirmou que estava tudo em ordem, entretanto, deixou no ar que o reitor Baptista Gargione poderia não aceitar o meu retorno, mas que era para continuar de licença.

E o que aconteceu depois – Alguns dias depois de ter falado com o Maurício, recebi uma correspondência solicitando a minha presença, informando que havia sido demitida, ou seja, durante o período da minha licença. O fato me causou estranheza e indignação, afinal, era uma infração aos próprios Estatutos da Univap,- um professor em licença não pode ser demitido.

Você compareceu e o que aconteceu? – Quando cheguei ao departamento pessoal, o Maurício tentou se justificar afirmando que já existiam casos semelhantes ao meu, inclusive ,citando jurisprudências - repetidas vezes. Não me convenci.

Como atuou o  sindicato dos professores, o Simpro? - Eles marcaram um dia para que fosse feita a homologação, e quando lá cheguei, imaginei que o sindicato, na avenida Tívoli, deveria me proteger e tentei tirar as dúvidas que tinha. Para a minha surpresa, a funcionária do sindicato, chamada Regina, já estava com toda a documentação pronta, lá estava também a Leila, funcionária da Univap. A Regina me perguntou se havia algum impedimento de minha parte, eu respondi que sim, que estava de licença. Aí a coisa complicou, a Regina falou que a homologação somente poderia ser feita com a minha concordância. Apesar das insistências e das promessas do Maurício e da funcionária Leila,afirmando que haveria compensação financeira, não aceitei. Antes disso, ele já havia telefonado e dito as mesmas coisas.

Como assim? – No dia 8 de dezembro, e, em outros dias, recebi ligações telefônicas do Maurício, pois, ele já sabia que a demissão tinha sido feita durante a minha licença. Dizia que, como amigo, queria me dar um conselho, que  deveria aceitar a homologação, que seria favorecida financeiramente caso concordasse.  Não aceitei e não houve a homologação.

E como ficou? - Por mais absurdo que possa parecer, eles já tinham dado baixa na função, na carteira de trabalho, em 8 de dezembro de 2006. Tiveram que voltar atrás. A pressão foi tanta que eles já haviam depositado o dinheiro na minha conta, acreditavam que eu aceitaria. Tive que retirar o dinheiro da conta e devolver à Universidade, - mais um constrangimento - levar o comprovante ao Maurício.

E o que aconteceu então? - No dia primeiro de fevereiro de 2007, orientada pelo meu advogado, retornei ao trabalho e permaneci lá das 8 da manhã até o meio dia. As 12:30 horas, recebi uma ligação solicitando que fosse ao departamento pessoal, fui e recebi do Maurício uma rescisão contratual, afirmando que deveria ir ao sindicato para a homologação.

Você se acha prejudicada? - Sem dúvidas, passei por um constrangimento horrível. O pior foi ter recebido do Maurício Silva telefonemas me pressionado, “que era para pensar melhor”, “que o dinheiro ia me fazer bem” e outras coisas. Na realidade, fui ficando assustada com tudo aquilo, inclusive, com o posicionamento do sindicato

Então o Maurício lhe aprontou uma cafagestada? - Aprontou sim, e ainda se dizia amigo. Entrei na Justiça contra a Univap e o Maurício vai ter que responder pelas pressões que me fez.

E a sua vida como está? - Está bem,- trabalho na Unitau, onde sou professora concursada nas  disciplinas do curso de Fisioterapia. Vamos tocando em frente.

Fale com a Professora Luciana Camargo: lusteinle@yahoo.com

O outro lado: por várias vezes tentamos falar com o funcionário da Univap, Maurício Miguel da Silva, pelos telefones: 3947.1000 e pelo direto dele: 3947.1064, mas ele não retornou as ligações.

Saiba mais: http://www.vejosaojose.com.br/ovelhasmasnemtanto.htm


Indique para um amigoImprime

topo

©vejosaojose.com.br - reprodução permitida com citação da fonte

4CURITIBA
4PORTO ALEGRE
4SÃO  JOSE
4SOROCABA
 

4A VALE É NOSSA

 

4VIVA URBANOVA
 
4EMPÓRIO DUARTE
 

4ECONOMIZE ENERGIA ELÉTRICA Serviço garantido

 

4LEITE É COOPER  COMPROVE

 

4DE OLHO NO IMPOSTO

4SERVIDORES MUNICIPAIS

 

4REI DOS FREIOS

 
4TENDA ATACADO

4PRONVAL SERVIÇOS MÉDICOS

 
4EXTRA - Sempre o melhor preço,confira
 

4TRIBUNA DA IMPRENSA - A verdade sempre

 

4OBSERVATÓRIO DA IMPRENSA

 

4CARTA MAIOR

 
4PORTAL DE JACAREÍ

DENUNCIE

 
JORNAIS
Adcnews
Jornal Andrômeda
Jornal do Povo
Jornal dos Esportes
Jornal Vila Ema
Perfil Mulher
Portal Adyana
Saviver
Vale Gospel Notícias
ValeParaibano 
RÁDIOS
Band 1120 AM  
Band FM
Jovem Pan FM 94,3
Logos FM
975 FM
Piratininga AM
Piratininga FM
Planeta FM 
Stereo Vale FM 
TVs
BandVale
Mix Tv
Record
SBT
Tv Cultura
Vanguarda