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A miséria leva à marginalidade milhões de pessoas; o
preconceito afasta o indivíduo das relações sociais,
marginalizando-o; e finalmente, a corrupção mostra a face
mais sombria e tenebrosa dessa exclusão social, pois, como
decorrência direta da malversação do dinheiro publico,
faltam recursos para investimentos em educação, saúde,
habitação, segurança e transportes.
Combater a corrupção em todas as suas formas é um dever
maçônico e uma exigência da sociedade, acabando com essa
epidemia social que subtrai do povo a possibilidade de uma
vida digna e o pleno exercício da cidadania, negando a todos
o direito à esperança de um futuro melhor;
E considerando que a permanente e relevante
representatividade da Maçonaria na sociedade paulista e
brasileira fazem-na uma força viva da sociedade; e a
constante preocupação da Maçonaria com as questões sociais
regionais e nacionais, acompanhando a evolução humana e
identificando um pensamento social cada vez mais exigente
para o acolhimento de soluções sérias e definitivas,
caracterizando um real interesse na valorização da família
brasileira;
Concluímos que é necessário recuperar a moralidade publica e
instituir a transparência como fio condutor das ações
governamentais, criando através da Maçonaria sistemas de
operação mais eficientes e permitindo melhor controle da
gestão publica, viabilizando fiscalização efetiva e uma
oitiva da vontade popular, incentivando a participação da
sociedade nas questões de relevante interesse público.
Portanto, as Potências Maçônicas que esta subscrevem
decidem:
- A Maçonaria atuará de maneira homogênea, exigindo dos
maçons que se acham investidos em funções públicas, um
comportamento ainda mais austero e compatível com o rigor da
filosofia maçônica;
- Estimular todos os maçons para que se transformem em focos
permanentes de luta contra a corrupção na sociedade,
trabalhando ainda para difundir essa luta junto a todos os
cidadãos com quem convivem;
- Desenvolver um cadastro de restrição maçônica onde constem
todos os nomes de pessoas envolvidas nas condenáveis
práticas de corrupção e improbidade administrativa, mantendo
tais indivíduos vigiados e afastados de qualquer contato
maçônico, e sempre que possível, mantê-los fora do serviço
publico;
- Promover a construção de uma sociedade revigorada em seus
princípios morais e sociais, baseando-nos para tanto na
trilogia Liberdade, Igualdade e Fraternidade.
Esta carta, aqui sintetizada, da Maçonaria Contra a
Corrupção, foi assinada pelo Sereníssimo Grão Mestre da
Grande Loja Maçônica do Estado de São Paulo e o Eminente
Grão Mestre do Grande Oriente de São Paulo; se houver
interesse na íntegra, algo a informar ou relatar, os sites
são:
www.gosp.org.br e
www.glesp.com.br
Enviado por
"Dr.Danilo" <danilo.giamondo@itelefonica.com.br>
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