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Cristiano
Machado impôs a sua candidatura ao PSD nas eleições
presidenciais de 1950 e foi abandonado pelo próprio partido,
que acabou apoiando Getúlio Vargas.
Seu nome
inspirou o termo "cristianização" para designar o candidato
‘escondido’ pelos companheiros de sigla, que temem o
contágio tóxico de sua impopularidade nas próprias votações.
Até a semana
passada a maior parte do material de campanha de Aécio
Neves, candidato ao Senado por MG, e o de Anastasia, seu
candidato ao governo do Estado, ainda omitia a imagem de
Serra em santinhos e adesivos.
O alto
comando serrista busca desesperadamente formas de fazer com
que a campanha demotucana encontre motor próprio em MG.
Aspas para o
Globo de 29-07: "O candidato a presidente pelo PSDB, José
Serra, terá uma estrutura independente em Minas Gerais para
impulsionar sua campanha no Estado... segundo maior colégio
eleitoral do país. A estratégia foi montada para fazer
frente a algumas dificuldades. A decisão foi tomada após
descontentamento com o ritmo da campanha no Estado, onde o
ex-governador Aécio Neves, que recusou-se a ocupar a vaga de
vice na chapa de Serra, é a principal liderança do PSDB..."
CARTA MAIOR
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