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  12.02.2010 00h.01  
  Como Prevenir Doenças Sexualmente Transmissíveis                

José Antonio Sespedes (*)

 

De algumas décadas para cá a prevenção para as moléstias sexualmente transmissíveis têm se concentrado na AIDS, isso se justifica devido à gravidade que ela representa à sociedade.

Contudo, as demais enfermidades continuam ativas e muitos por falta de informação as negligenciam. Entre elas estão: a blenorragia (gonorréia), que se não tratada com rigor, a bactéria cria resistência e fica incubada, exigindo doses cada vez maiores de antibióticos, num ciclo progressivo, que baixa a imunidade do organismo,

Outro flagelo é o cancro duro que é a lesão primária da sífilis onde uma pequena ulceração aparece no órgão genital seguida da formação de ínguas nas virilhas, e se não tratada a tempo traz conseqüências irreparáveis para quem a contrai.

A eficácia dos preservativos é aceitável, porém não significa proteção total, muitos acidentes podem acontecer, é preciso considerar também os que não se adaptam a meios artificiais de prevenção, fato comum entre as gerações mais antigas. Promiscuidade e excessos somados à ausência de conscientização e a falta de higiene, facilitam a entrada das moléstias, que abatem física e psicologicamente os que se contaminam.

Conclusão - A melhor maneira de se prevenir as DSTs se dá através do comportamento ético e responsável entre os pares, a fidelidade mútua deve ser o ponto de partida de um relacionamento, independente do tempo que este possa durar.

Nessa trajetória, os meios artificiais de prevenção são desprezíveis, pois o estado natural do ser foi atingido. Entretanto, como nem todos aderem tal postura, o melhor a fazer é se prevenir se valendo de todos os meios de proteção existentes.

(*) José Antonio Sespedes é autor do livro: Depressão, um beco com saída www.outonos.com.br Ouça aos domingos das 10 às 11-Falando Livremente- www.livre.fm


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