De algumas décadas para cá a prevenção para as moléstias
sexualmente transmissíveis têm se concentrado na AIDS, isso
se justifica devido à gravidade que ela representa à
sociedade.
Contudo, as demais enfermidades continuam ativas e muitos
por falta de informação as negligenciam. Entre elas estão: a
blenorragia (gonorréia), que se não tratada com rigor, a
bactéria cria resistência e fica incubada, exigindo doses
cada vez maiores de antibióticos, num ciclo progressivo, que
baixa a imunidade do organismo,
Outro flagelo é o cancro duro que é a lesão primária da
sífilis onde uma pequena ulceração aparece no órgão genital
seguida da formação de ínguas nas virilhas, e se não tratada
a tempo traz conseqüências irreparáveis para quem a contrai.
A eficácia dos preservativos é aceitável, porém não
significa proteção total, muitos
acidentes
podem acontecer, é preciso considerar também os que não se
adaptam a meios artificiais de prevenção, fato comum entre
as gerações mais antigas. Promiscuidade e excessos somados à
ausência de conscientização e a falta de higiene, facilitam
a entrada das moléstias, que abatem física e
psicologicamente os que se contaminam.