SÃO JOSE DIA E NOITE

 

VIVA URBANOVA

 GUIA

  FALE CONOSCO
 

 
     
 
  PRIMEIRA
  ECONOMIA
 
  POLÍTICA
  SAÚDE
  HUMOR
  OPINIÃO
  DENUNCIA
  EDUCAÇÃO
  ENTREVISTA
  ESPORTES
  CIÊNCIA
  INFORMÁTICA
  MEIO AMBIENTE
  GASTRONOMIA
  TODA MÍDIA
  EXPEDIENTE
  ED. ANTERIORES
  COLUNISTAS
  ACASSIO COSTA
  ALDO NOVAK
  ANDERSON ISRAEL
  ANTONIO AUGUSTO
  BÁRBARA LIA
  CELSO OLIVEIRA
  CORREA LIMA
  DELAMARE MC
  DIEGO RODRIGUES
  DORA DIMOLITSAS
  EDU PLANCHÊZ
  ELICIANE ALVES
  ELIÉZER ZAC
  EMILIA RACT
  FLÁBIA FARIA
  FREDY ANDRADE
  GABRIELA MORI
  G. BOLAÑOS
  GUSTAVO BARRETO
  JOCA FARIA
  JOSÉ A. FILIPPO
  JOSÉ R BESSA
  JOSÉ SESPEDES
  LIA SILVA
  LORA SALIBA
  LUCIANO CARVALHO
  LUIS DANIEL
  MOISÉS ROSA
  PATRÍCIA FONSECA
  PEDRO PORFÍRIO
  RICARDO FARIA
  RITA ELISA
  ROBSON MARQUES
  SYLVIO MICELLI
  VINICIUS NOVAES
  SUPLEMENTOS
  DECORAÇÃO
  MULHER
  TURISMO
  S. JOSE DOS CAMPOS
  A CIDADE
  SUA HISTÓRIA
  SUA GENTE
  PERSONALIDADE
  GALERIA
  ESPAÇO USP
  TECNOLOGIA
  COMUNICAÇÃO
  PÉ NA ESTRADA
  CURITIBA
  PORTO ALEGRE
  SÃO  JOSÉ
  SOROCABA
   
 

 

  31.10.2008 11h.30  
  Comunicar pra que?

Sempre escuto um sermão na televisão ou no radio sobre o diálogo dos tempos modernos, as pessoas pouco conversam em diferentes ambientes sociais.

Fredy Andrade (*)

 
Dentro das empresas a cobrança e a “correria” para alcançar todos os objetivos traçados num curto período faz com que chefes e funcionários pouco dialoguem e isso cai na rotina (claro, sem generalizar).
O Fulano que trabalha do seu lado pouco sabe sobre você e você pouco sabe sobre ele.

Mas porque comunicar hoje é tão difícil? Será a “mais nova” doença da humanidade o estresse?
Um desentendimento no trânsito, em casa, no trabalho já é motivo de porrada, no casamento já é separação e zé-fini.

Em casa, cada um no seu canto, a irmã mais velha com o MP3, o irmão caçula no computador, a mãe assistindo a novelinha (“o capítulo de hoje esta imperdível”) e o pai dormindo no sofá depois de mais uma brava e desgastante jornada de trabalho.

Pela manhã todo mundo sai correndo, uns seguem para o trabalho, outros para escola e a outra vai para a ginástica porque o verão esta chegando e é preciso ficar em forma.
Lá pelas cinco horas da tarde quando todos já retornaram de seus afazeres, cada um da seqüência ao MP3, novela, sofá, computador e etc etc

No trabalho quando surge o tempo para “ablar” o fulano vem com aquele papo: “- Viram quem trocou de carro?” “Sabe quem ta pulando a cerca?” “Ficaram sabendo do aumento de salário do sicrano?”
Meu Deus, quanto assunto interessante e construtivo, falar da vida dos outros.

Chega o chefe sem um simples Bom Dia e já detona aquela lista de serviços que nem mesmo ele sabe se realmente os mesmos se tornaram realidade para o futuro da empresa. É nada muda no trabalho, a comunicação continua pífia.

Parece que até nas tecnologias de hoje em dia, comunicar da preguiça, no MSN as pessoas vivem ocupadas ou ausentes e no Orkut pouco tempo tem para responder os scraps.

Cada vez mais a vida mostra que o jogo do interesse é mais evidente. Aquele que bate no peito dizendo que possui 3.600 amigos, mal sabe que quando estiver na pior... 2% iram procurá-lo para dizer se precisa de alguma ajuda. Mas te garanto que se você bancar um churrascão com a cerveja pela sua conta todo domingo, de 3.600 amigos a sua lista vai ser o triplo.

Precipitado da minha parte ou as verdadeiras amizades entre amigos, a atenção e educação das pessoas umas com as outras, pai e mãe orientando os filhos sobre os males do dia-a-dia e o bate papo culturalmente construtivo dentro do mercado de trabalho esta indo pro lixo? *

abraços!

(*) Fredy Andrade é formado em Propaganda e Marketing pela UNIP e radialista - http://pingonosi.blogspot.com/-  fredy.andrade@hotmail.com


Indique para um amigoImprime

topo

©vejosaojose.com.br - reprodução permitida com citação da fonte