Queimei
tuas
lembranças
hoje,
cada uma
Numa
pira de papéis e
utensílios inúteis.
Em
meio a
fumaça senti
um ardume na
garganta
Sufocou-me
tua
mentira e
ladainha vã.
A
fumaça
nociva infestou a
vizinhança
Envenenou
a
mente dos
fracos
com
Tua
verdade
falsa e
hipócrita!
O
pecado
que
você inventou!
Não
te compares
com
qualquer
animal
que seja
Falsa
golfinha!
Jamais ouse
ofender
tão
singelo
ser!
Viúva
negra!
Serpente
vil! Os
vermes
te temem!
Vendo o
fogo
consumir
aquilo
que
eu
nunca acreditei
Senti-me
mais
leve
com
vontade de
escrever
novamente!
E as
primeiras
linhas
são
para
você,
estranha!
Sou
livre daquilo
qual
nunca fui
vassala!
Falsas
verdades,
pecado
inexistente!
Malditas
sejas
tu
quando
me tocou e
quando ousou
pensar
em
mim!
Enfie
suas
mãos
em
suas
entranhas e goze
sozinha de
suas
palavras:
Vazias
Pecadoras
Mentirosas
Insanas
Perdidas
Hipócritas
Vassalas
E
venenosas...