SÃO JOSE DIA E NOITE

 

  FALE CONOSCO
 

 
     
 
  PRIMEIRA
  ECONOMIA
 
  POLÍTICA
  SAÚDE
  HUMOR
  OPINIÃO
  DENUNCIA
  EDUCAÇÃO
  ENTREVISTA
  ESPORTES
  CIÊNCIA
  INFORMÁTICA
  MEIO AMBIENTE
  GASTRONOMIA
  TODA MÍDIA
  EXPEDIENTE
  ED. ANTERIORES
  COLUNISTAS
  ACASSIO COSTA
  ALDO NOVAK
  ANDERSON ISRAEL
  ANTONIO AUGUSTO
  BÁRBARA LIA
  CORREA LIMA
  DELAMARE MC
  ELICIANE ALVES
  ELIÉZER ZAC
  EMILIA RACT
  FLÁBIA FARIA
  FREDY ANDRADE
  GABRIELA MORI
  G. BOLAÑOS
  GUSTAVO BARRETO
  JOCA FARIA
  JOSÉ R BESSA
  JOSÉ SESPEDES
  LIA SILVA
  LORA SALIBA
  PATRÍCIA FONSECA
  PEDRO PORFÍRIO
  RICARDO FARIA
  RITA ELISA
  ROBSON MARQUES
  RONALDO DURAN
  SYLVIO MICELLI
  VINICIUS NOVAES
  SUPLEMENTOS
  DECORAÇÃO
  MULHER
  TURISMO
  S. JOSE DOS CAMPOS
  A CIDADE
  SUA HISTÓRIA
  SUA GENTE
  PERSONALIDADE
  GALERIA
  ESPAÇO USP
  TECNOLOGIA
  COMUNICAÇÃO
  PÉ NA ESTRADA
  CURITIBA
  PORTO ALEGRE
  O JOSÉ
  SOROCABA
 

 

  14.11.2008 00h.01  
 

Estudo propõe uso de estatinas para diminuir riscos cardíacos

Eliézer Zac (*)

 
Médicos querem que droga contra colesterol seja receitada para pessoas sem alterações nos níveis do sangue - Efe

WASHINGTON - Estudo divulgado durante reunião da Associação Americana de Cardiologia colocou em discussão a possibilidade de expansão do uso das estatinas, drogas utilizadas contra colesterol alto, também para pessoas sem alterações nos níveis de gordura do sangue, mas que têm um outro tipo de problema, índices de CRP altos. CRP é a sigla em inglês para a proteína C-Reativa, substância indicadora de processos inflamatórios que estariam, segundo estudos, por trás de 50% dos enfartes e derrames, doenças que mais matam nos Estados Unidos - e no Brasil.

No estudo, publicado em The New England Journal of Medicine, participaram 18.000 pacientes de 26 países, todos com bons níveis de colesterol. Os pacientes tinham em média níveis do colesterol LDL (Lipoproteína de Baixa Densidade), conhecido como "mau colesterol", de 108, e do colesterol HDL (Lipoproteínas de Alta Densidade), de 49. No entanto, tinham níveis elevados da proteína a proteína reativa CRP, cujos níveis elevados aumentam o risco de um ataque cardíaco.

Segundo o estudo, dirigido pelo doutor Paul Ridker do Brigham and Women's Hospital em Boston (Massachusetts), nenhum dos pacientes tinha tomado estatinas anteriormente, e à metade foram dados estes fármacos e à outra metade um placebo.

Passado um tempo, os pesquisadores verificaram que 44% dos pacientes que tinham consumido um fármaco para combater o colesterol tinham diminuído o risco de ataque cardíaco e derrame cerebral, frente aos que só tinham tomado o placebo. Nestes pacientes, o nível de "mau" colesterol foi reduzido em 50% e os da proteína CRP em 37%.

Os cientistas dizem que somente agora se prescrevem estatinas às pessoas com níveis de colesterol alto, mas às pessoas saudáveis não podem ser comprovados os níveis de CRP já que não está muito claro a partir de que idade e com que freqüência deve ser analisado.

Mas eles destacam que sua descoberta revela que este é um fator de risco nas doenças coronárias, o que abre novas vias de pesquisa.

(*) Eliézer Zac  é médico e atende no 4Pronval - ezacmd@gmail.com


Indique para um amigoImprime

topo

©vejosaojose.com.br - reprodução permitida com citação da fonte