SÃO JOSE DIA E NOITE

GUIA

  FALE CONOSCO
 

 
     
 
  PRIMEIRA
  ECONOMIA
 
  POLÍTICA
  SAÚDE
  HUMOR
  OPINIÃO
  DENUNCIA
  EDUCAÇÃO
  ENTREVISTA
  ESPORTES
  CIÊNCIA
  INFORMÁTICA
  MEIO AMBIENTE
  GASTRONOMIA
  TODA MÍDIA
  EXPEDIENTE
  ED. ANTERIORES
  COLUNISTAS
  ACASSIO COSTA
  BARBARA LIA
  CARLOS BRICKMANN
  CORREA LIMA
  DELAMARE MC
  ELIÉZER ZAC
  FLÁBIA FARIA
  JOCA FARIA
  JOSÉ R BESSA
  JOSÉ SESPEDES
  LORA SALIBA
  LUCIANE BARBOSA
  MARLI GONÇALVES
  PEDRO PORFÍRIO
  RICARDO FARIA
  RITA ELISA
  ROBSON MARQUES
  SYLVIO MICELLI
  TELMA CARVALHO
  VINICIUS NOVAES
  SUPLEMENTOS
  DECORAÇÃO
  MULHER
  TURISMO
  S. JOSE DOS CAMPOS
  A CIDADE
  SUA HISTÓRIA
  SUA GENTE
  PERSONALIDADE
  GALERIA
  ESPAÇO USP
  TECNOLOGIA
  COMUNICAÇÃO
  PÉ NA ESTRADA
 

 

  05.02.2010 00h.45  
 

O jardim sensorial na escola Broca Meirelles em Guaratinguetá-SP

Delamare MC Filho (*)

 

“Um espaço dos sentidos onde os alunos com deficiência visual ou intelectual têm igualdade de condições

A equipe da EMEF Maria Aparecida Broca Meirelles em Guaratinguetá desenvolveu o que é de extrema importância para seu alunado e para a comunidade promovendo assim a inclusão social e cidadania aos mais vulneráveis à exclusão.

Trata-se de um jardim sensorial que supera um lugar simplesmente terapêutico e passa a exercer a socialização e inclusão das pessoas que possuem a deficiência visual ou intelectual. Com esta ação, a equipe Broca Meirelles vem a fortalecer a formação da cidadania e a igualdade de condições para todos.

A diretora Mônica Rocha Andrade Marcondes Velloso e sua equipe conseguiram recuperar e transformar um espaço verde da escola em um espaço sensorial onde as atividades socioambientais se unem as atividades culturais, fomentando uma inclusão democrática e cidadã.

Mas, para que tudo isto fosse concretizado houve a necessidade de colaboradores da SAEG de Guaratinguetá, da paisagista Mary Aaroon, da talentosa professora e bióloga Rosângela Viana que coordenou o trabalho dos alunos e professores e dos funcionários da escola que gentilmente trabalharam arduamente para esta realização social. Hoje a Escola Broca Meirelles pode promover encontros e oficinas pedagógicas voltadas às pessoas com deficiência visual ou intelectual.

Flexibilizar o espaço transformando em recursos pedagógicos direcionados a diversidade é a verdadeira missão desta equipe cujo corpo docente não permite que alunos com deficiência sejam tratados como incapazes e fortalece a ideia de que o assistencialismo precisa ser deixado de lado priorizando simplesmente a educação das minorias.

Humanização e trabalho em equipe, planejamento e organização, consciência ambiental e o respeito à diversidade já fazem parte do cotidiano educacional na Escola Broca Meirelles, graças a uma equipe que não mede esforços para mostrar que inclusão social se faz com ações concretas e não simplesmente com segregações assistenciais.

Futuramente muitas das espécies do jardim sensorial plantadas pelos alunos e professores desta escola poderão ser colhidas como: Alecrim, Gengibre, Estévia, Confrei, Cavalinha gigante, Erva doce, Erva cidreira, Carqueja, Cebolinha verde, Hortelã, Melissa, etc.

Tudo isso foi possível porque existiu a coragem, a ousadia, a humildade e a magnanimidade estampado no rosto de uma diretora e de sua equipe gestora que bravamente acreditaram nesta importante realização social que visa o bem estar dos seus alunos e da comunidade.

E por executar um programa de educação socioambiental, hoje a Escola Broca Meirelles se tornou um modelo para que outras unidades escolares sigam o exemplo.

(*) Delamare MC Filho é professor especialista em Educação de cegos na rede municipal de Guaratinguetá SP.- delbrocameirelles@gmail.com BLOG


Indique para um amigoImprime

topo

©vejosaojose.com.br - reprodução permitida com citação da fonte