BLOG

SÃO JOSE DIA E NOITE

VIVA URBANOVA

 GUIA

  FALE CONOSCO
 
 
 
  PRIMEIRA
  CIÊNCIA  
  CINEMA
  ECONOMIA
  EDUCAÇÃO
  ENTREVISTA
  ESPORTES
  GALERIA
  GASTRONOMIA
  INFORMÁTICA
 
  MEIO AMBIENTE
  OPINIÃO
  POLÍTICA
  SAÚDE
  SURF
  TODA MÍDIA
  EXPEDIENTE
  ED. ANTERIORES
  COLUNISTAS
  ACASSIO COSTA
  ALESSANDRO L.
  BÁRBARA LIA
  CARLOS BRICKMANN
  CORREA LIMA
  DELAMARE MC
  DORA DIMOLITSAS
  ELIÉZER ZAC
  FLÁBIA FARIA
  GABRIELA MORI
  G. BOLAÑOS
  JOCA FARIA
  JOSÉ R BESSA
  JOSÉ SESPEDES
  LAÍS GURGEL
  LORA SALIBA
  LUCIANE BARBOSA
  MARLI GONÇALVES
  PEDRO PORFÍRIO
  RICARDO FARIA
  RITA ELISA
  ROBSON MARQUES
  RONALDO DURAN
  SIMONE NEJAR
  SYLVIO MICELLI
  TELMA CARVALHO
  VINICIUS NOVAES
  SUPLEMENTOS
  DECORAÇÃO
  MULHER
  TURISMO
  S. JOSE DOS CAMPOS
  A CIDADE
  SUA HISTÓRIA
  SUA GENTE
  PERSONALIDADE
  GALERIA
  ESPAÇO USP
  TECNOLOGIA
  COMUNICAÇÃO
  PÉ NA ESTRADA
 
 
 
 
   

 

  15.02.2012 12h.20  
 

De olho nas metas da educação

 
por Celso Avelar  
 

O projeto "De Olho nas Metas de 2011", relatório anual da ONG paulista "Todos pela Educação", cumpre o objetivo de acompanhar indicadores educacionais, ligados às cinco metas estabelecidas para serem cumpridas até 2022.

A primeira meta estabelece que "toda criança e jovem de 4 a 17 anos devem estar na escola". O objetivo é alcançar o índice de 98% ou mais das crianças e jovens de 4 a 17 anos matriculados e frequentando a escola no prazo de dez anos; a meta 2: "toda criança plenamente alfabetizada até os 8 anos"; a meta 3: "todo aluno com aprendizado adequado (idade) à sua série"; a meta 4: "todo jovem com o Ensino Médio concluído até os 19 anos"; a meta 5: "investimento em Educação ampliado, igual ou superior a 5% do PIB e bem gerido".

Atualmente, o número de crianças e jovens dentro da escola equivale a tão somente 91,5% da população desta faixa etária. Estudos divulgados pela ONG revelam que necessitamos ainda incluir nas salas de aulas 3,8 milhões de brasileiros entre 4 e 17 anos.

Para se alcançar este objetivo, a ONG calcula que, em 2011, ano base da primeira avaliação, a meta intermediária deveria contar com 93,4% das crianças e dos jovens de 4 a 17 anos matriculados e frequentando as escolas.

Mas em que pese às metas estarem abaixo daquilo que se cogitou, em seu planejamento inicial, houve avanço na última década, aumento de 9,2% na taxa de acesso à escola.

Porém, precisamos continuar avançar, com passos largos, para atingir objetivos que nos torne credenciados como modelo de educação com qualidade.

Hoje, os números dão conta que 80,1% das crianças de 4 e 5 anos recebem atendimento. E, na faixa de 15 a 17 anos, o ensino médio, 83,3% dos alunos estão inseridos na rede pública.

Pelos estudos apontados, as séries com os piores resultados são as que se situam nas duas pontas: a pré-escola e o ensino médio.

O governo federal, através do Ministério da Educação, deverá estar atento ao desafio que se aportou nas duas pontas: dar ênfase ao ensino da pró-Infância, através do programa de construção de pré-escolas e creches, como respostas ao déficit de vagas que está em curso. Com isso oferecer parcerias aos municípios, ou seja, novos métodos construtivos, construções pré-moldados, reduzindo o tempo no canteiro de obra.

Tais construções permitem diminuir o tempo da obra, por exemplo, de três anos para até seis meses. Para atender os municípios, o orçamento da União estimado de R$ 2,3 bilhões para que as prefeituras acelerarem a construção de creches, pré-escolas e de quadras esportivas.

Mas seria interessante acrescentar a construção de bibliotecas, salas de músicas, salas de educação ambientais, salas de ensino das artes, salas de informáticas, laboratórios, entre outras. É fundamental, principalmente para o corpo e a mente, o ensino da pratica esportiva, as modalidades olímpicas, a cargo dos professores de educação física.

A proposta seguinte seria a implantação, sem que altere a arquitetura e o espaço físico das escolas, de "salas ambientais", adaptadas convenientemente a cada matéria ou disciplina, acompanhado de moderno projeto pedagógico que contribuía com a melhoria do ensino, além de projetores digitais, que cada vez se tornam necessário, permitindo educadores criarem aulas mais interessantes e dinâmicas.

Na avaliação do ensino médio, que requer maior planejamento e detalhamento pelo Ministério da Educação, precisamos resolver urgentemente os problemas crônicos da educação: o ingresso tardio no ensino fundamental, a repetência e o abandono. Para tal seria interessante trabalhar as causas da evasão escolar, que se dá muito mais em razão pela falta de interesse que a escola desperta nos jovens, frente os atrativos do mercado de trabalho.

A educação com qualidade requer permanentemente o "espírito de motivação": dos professores, dos alunos e dos gestores públicos.

Celso Eustáquio de Avelar é engenheiro civil em São José dos Campos <ceavelar57@hotmail.com>


Indique para um amigoImprime

topo

©vejosaojose.com.br - reprodução permitida com citação da fonte

4CURITIBA
4PORTO ALEGRE
4SÃO  JOSE
4SOROCABA
 

4A VALE É NOSSA

 

4DEFESA DA VIDA

 
4VIVA URBANOVA
 
4EMPÓRIO DUARTE
 
4SHOPPING 2 RODAS
 

4ECONOMIZE ENERGIA ELÉTRICA Serviço garantido

 

4LEITE É COOPER  COMPROVE

 

4DE OLHO NO IMPOSTO

4TENDA ATACADO
4EXTRA - Sempre o melhor preço,confira
 

4MOCC

 

4SHOW TIME

 

4TRIBUNA DA IMPRENSA - A verdade sempre

 

4OBSERVATÓRIO DA IMPRENSA

 

4CARTA MAIOR

 

4BLOG DO PROTÓGENES

 
4JORNALISMO.COM.BR
 

4TORTURA NUNCA MAIS

 
 

4DENUNCIE

 
JORNAIS
Adcnews
Jornal Andrômeda
Jornal do Povo
Jornal dos Esportes
Jornal Vila Ema
O VALE
Perfil Mulher
Portal Adyana
Saviver
ValeParaibano 
RÁDIOS
Band 1120 AM  
Band FM
Jovem Pan FM 94,3
Logos FM
975 FM
Otima Fm
Piratininga AM
Piratininga FM
Planeta FM 
Stereo Vale FM 
TVs
BandVale
Mix Tv
Record
SBT
Tv Cultura
Vanguarda